Roosevelt destaca SUS Candanga e investimentos no DF
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Deputado afirma que mandato buscou transformar recursos e leis em melhorias nos serviços públicos do Distrito Federal
Andrey Neves
O deputado distrital Roosevelt Vilela, candidato à reeleição, destacou investimentos destinados a áreas como educação, segurança pública, agronegócio, saúde e esporte durante entrevista ao programa Vozes da Comunidade.
A declaração ocorreu após pergunta do jornalista Toni Duarte, apresentador do programa e editor-chefe do portal Radar DF, sobre os resultados dos recursos destinados pelo parlamentar. Na pergunta, Tony citou R$ 42 milhões para educação, R$ 39 milhões para segurança, R$ 38 milhões para o agronegócio e mais de R$ 14 milhões destinados à saúde e ao esporte.
Ao responder, Roosevelt afirmou que buscou estabelecer prioridades a partir das principais demandas apresentadas pela população.
O deputado, que é oriundo do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, comparou a estratégia adotada no mandato ao atendimento de uma ocorrência com várias vítimas, situação em que, segundo ele, é necessário estabelecer metodologia, técnica e prioridades.
Roosevelt afirmou que saúde, educação e segurança pública apareceram entre as principais preocupações identificadas durante conversas com moradores do Distrito Federal. Segundo ele, a atuação parlamentar passou a combinar a destinação de recursos com a elaboração de leis.
Entre as iniciativas citadas está a Tabela SUS Candanga. A medida foi instituída pela Lei nº 7.897, de 28 de maio de 2026, de autoria conjunta do Poder Executivo e de Roosevelt Vilela. A legislação permite uma tabela diferenciada para remunerar a participação complementar da iniciativa privada no SUS quando a estrutura pública for insuficiente para atender à demanda.
Durante a entrevista, Roosevelt relacionou a legislação à contratação de serviços privados para pacientes da rede pública.
“Quando você consegue, pelo meio do Poder Legislativo, tocar as pessoas, tocar a dor delas, diminuir essa dor, é uma satisfação sem precedentes”, afirmou.
O parlamentar apresentou ainda o caso do pai de um integrante do Corpo de Bombeiros que, segundo o relato feito durante o programa, foi encaminhado para atendimento de radioterapia em uma unidade da rede privada após diagnóstico de câncer.
Roosevelt disse que situações como essa representam o objetivo buscado com a criação da Tabela SUS Candanga.
A legislação estabelece que a participação de instituições privadas deve ocorrer por contrato ou convênio com o poder público e somente de forma complementar, quando a oferta própria do SUS for insuficiente.
Dados apresentados pela governadora Celina Leão durante a campanha eleitoral apontam para a contratação de 20 mil cirurgias e 200 mil consultas na rede privada como parte da estratégia para reduzir a demanda existente na saúde pública do Distrito Federal.
Para Roosevelt, o papel parlamentar não deve ficar restrito à destinação de emendas, mas também envolver a criação de instrumentos capazes de transformar os recursos públicos em atendimento direto à população.
Tags: Roosevelt Vilela, SUS Candanga, saúde pública, Distrito Federal, CLDF


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