Alexandre Patury detalha áreas críticas da criminalidade no DF
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Pergunta feita ao vivo no Vozes da Comunidade revela padrão de crimes e atuação da SSP-DF
Andrey Neves
Durante participação no programa Vozes da Comunidade, tive a oportunidade de questionar o secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, sobre a chamada “mancha criminal” no Distrito Federal em 2026 e as ações práticas adotadas para conter o avanço da violência, especialmente no Riacho Fundo II.
A pergunta foi direta:
Quais são as regiões administrativas do DF que concentram a maior “mancha” de criminalidade em 2026 (como roubos, furtos e violência)? O que a SSP-DF está fazendo concretamente para conter o avanço nesses locais, em especial aqui no Riacho Fundo II?
Em resposta, o secretário afirmou que passa todas as noites olhando as telas do DF360, programa de monitoramento com inteligência artificial, com mais de 1.700 câmeras espalhadas pelo Distrito Federal. Segundo ele, o sistema identifica bandidos, agressores e ocorrências, “pisca” indicando que ali naquela região há um registro em andamento.
Ele destacou que não é possível falar em uma mancha criminal proporcional no DF, mas confirmou que existe aumento das ocorrências nos finais de semana, principalmente em horários próximos ao início da madrugada. Segundo ele, esse crescimento está ligado ao retorno de pessoas após o consumo de bebida alcoólica e drogas, o que aumenta a representatividade das ocorrências registradas pelo COPOM.
Ainda de acordo com o secretário, os registros continuam concentrados em regiões como Ceilândia, Taguatinga e Planaltina. Entre os principais tipos de ocorrência estão violência doméstica, perturbação da ordem e roubo de cabos, com destaque também para registros no final da Asa Norte.
Ele afirmou que a SSP-DF vem atuando de forma efetiva nesses polos para aumentar a sensação de segurança da população.
Por fim, fez uma observação que chama atenção: hoje, o maior medo da população do Distrito Federal não é a perda da vida, mas sim a perda do celular.
Tags: segurança pública, Distrito Federal, criminalidade, Riacho Fundo II


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